quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Viver ou Juntar Dinheiro?



 Por Max Gehringer

 Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço
licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus 
comentários. Lá vai:

 "Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma
 geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os
 mais velhos, que eram mais sábios agora me dizem que tenho de escutar
 os jovens porque são mais inteligentes.
 
 Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens
 executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar
 rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse
 simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos
 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de
 comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por
 diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e
 descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.
 
 Bastava eu não ter tomado os cafés que eu tomei, não ter feito muitas
 das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu
 comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens
 supérfluos e descartáveis.
 
 Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$
 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro.
 Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
 
 Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e
 descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos
 à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu
 dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho
 mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer
 pizzas e cafés não fazem bem na minha idade, e roupas hoje não vão
 melhorar muito o meu visual!
 
 E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma
 coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um
 monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
 
 No mínimo, para pensar...
 

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
 
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço"